segunda-feira, 14 de maio de 2012

A era digital e o jornal


A era digital chegou cada vez melhorando o desempenho das informações que estão ligadas diretamente com os países do mundo. Em 1956, Isaac Asimov lançava um livro chamado “A ultima questão”, onde falava sobre Multivac, um computador que iria salvar a humanidade.
Por ora, sabemos que a tecnologia da informação tem salvado muitas empresas, mas não estamos tão dependentes desse objeto chamado computador.
Algumas pessoas ainda têm hábitos de querer informações através de mídia escrita e não tecnológica, mesmo existindo todas as publicações virtuais.
A TV, o Rádio, o Jornal, a Revista, o Outdoor, o carro de som, o telefone e outros meios de comunicações originais estão desaparecendo dia após dia por causa da Internet.
Quando foi criada a Internet, tinha o objetivo apenas de captar informações e seus internautas não sabiam como isso tornaria um meio de comunicação e um mundo de negócios tão lucrativos e desenvolvidos.
Os celulares parecem estar na disputa com os computadores, pois cada vez mais ousados e com mais recursos, eles possuem conexão em alta velocidade e todo e qualquer recurso comunicativo.
O jornal por sua vez, que foi criado no intuito de influenciar a população em suas guerras partidárias e também de anunciar empresas, surgiu no século XVII a.C. onde eram escritos em argila com selos cilíndricos, que serviam para anunciar algum pronunciamento de reis ou imperadores da época.
O primeiro jornal de papel surgiu na China em 713 a.C. e em 1440, Guttemberg criou a Imprensa. No Brasil o primeiro jornal surgiu em 1808, na época do Brasil colonial. A imprensa por sua vez sofreu repressão, pois a liberdade de expressão não era permitida em um país livre.
O alcance global se deu no século XX, onde houve uma revolução da tecnologia que levava informações através de outros meios de comunicação.
Nos últimos anos, a aceitação do mercado tecnológico ou mundo virtual como é conhecido, tem acarretado em enormes prejuízos a mídia escrita ou falada.
O jornal que tem o objetivo de levar a informação para o leitor pode ser visualizado on-line, pois a noticia é exibida em tempo real.
Os grupos empresariais sabem que o negócio é lucrativo, que se trabalha em menos horas e muitas vezes não é preciso locomover-se até o seu local de trabalho.
Os jornalistas on-line por sua vez tem uma grande perda na qualidade de escrever, pois precisam desenvolver outro tipo de atividade além da redação, como por exemplo, editar imagens que acompanhem a noticia, sem contar que não se ganha pelo acumulo de atividades virtuais, perdendo assim o foco principal que seria a redação.
A ideia principal seria unir o útil ao agradável, onde os grupos empresariais e os jornalistas on-line pudessem compartilhar do mesmo crescimento econômico e informativo.
Isso ainda não é possível, pois a forma de trabalho virtual faz com que o jornalista on-line tenha uma baixa remuneração, enquanto os ganhos empresariais são altos, os profissionais dessa área passam a ser sedentários, pois não há “motivos” para sair em busca de informações, pois tudo se encontra nos sites e com os recursos tecnológicos, imagem e som podem ser transmitidos de qualquer lugar do mundo em tempo real.
A forma de reorganizar seria uma mudança no método do desempenho do profissional, permitindo apenas o papel devido no cargo para não mudar a rotina.
Os grupos empresariais não visassem apenas os lucros, mas sim quais os fatores que seriam decisivos para a contribuição desse profissional dentro da organização e que ofertasse o devido salário, usando de estratégias que explorasse o conhecimento e a contribuição para o crescimento do grupo como um todo.
Alguns profissionais optam por escreverem em seus próprios sites, por que muitas vezes tem a sua própria liberdade de expressão não alterada.
Dessa forma, os custos na mídia foram reduzidos, pois o que antes era visto como concorrência, hoje é definida como mídia compartilhada. Todo e qualquer  anuncio também pode ser visto em outro veiculo de comunicação.
 As redes sociais mantêm uma publicidade muito maior, muito mais até que as reportagens exibidas em seus respectivos jornais on-line, escrito ou falado.
A importância das redes sociais hoje se dá ao fato de que a informação é mais rápida, pois como foi dito anteriormente, os celulares com internet e acesso facilitado as redes, dispõe de publicações instantâneas em tempo real, passando assim a criar-se o jornalista on-line sem formação acadêmica em Jornalismo.
Outro fato que vale ressaltar é que alguns anos atrás, ninguém acreditava que o avanço da tecnologia iria extinguir profissionais ou remanejar algumas profissões.
Alguns projetos que antes estavam isolados, hoje estão compartilhados devido a oferta do mercado.
Podemos por assim dizer que isso se deu devido às ideias de elevar a produtividade e eliminar alguns gastos desnecessários, abraçando um filão da economia, visando lucros altíssimos e valorizando alguns nomes no mercado tecnológico.
 Podemos citar entre eles o crescimento da rede social Facebook e da ferramenta de pesquisa mais completa do mundo a Google.
Esses grupos uniram-se e buscaram toda a visão empresarial e jornalística, pois os conteúdos nesses sites publicados são respeitados e a procura por fusões de outros grupos empresariais é maior do que em outros sites.
E por fim, o avanço da tecnologia tende tornar-se um grande parceiro do jornalista on-line, afinal pesquisar nos sites tornou-se rotina desse profissional, cujo segmento de interesses entra em conflito com algumas questões, onde só o tempo irá mostrar.



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