quarta-feira, 30 de maio de 2012

A Mídia e o Poder



O jornal foi criado para informar o público noticias e fatos de todos os acontecimentos em qualquer lugar. Mas não têm sido assim nos últimos tempos, pois a política interviu no uso do noticiário.
Alguns jornais ou redes de TV´s que divulgam a verdadeira notícia, muitas vezes sofrem represálias, pois não se deve mostrar tudo que se vê. Seus respectivos jornalistas são vitimas em suas matérias, pois muitas vezes processados por escrever a verdade.
No século XVIII, o jornal foi criado no intuito de influenciar a população em suas guerras partidárias. A TV por sua vez chegou para não só mostrar o jornalismo, mas também levar outras informações ao telespectador.
O que o público muitas vezes assiste ou leem, são informações que a mídia quer criar, tipo um estilo de vida social, uma roupa da moda, ou um lugar badalado. Um político famoso pode não ser ninguém de um dia para o outro, pois a mídia pode distorcer uma informação e acabar com a sua carreira, bem como um ator que não é famoso, ficar conhecido rapidamente.
O poder que a mídia tem sobre a sociedade é muito maior do que imaginamos. O jornalismo está persuadindo pessoas e informações. O que talvez um jornalista diga em um canal ou em um jornal, o outro não possa mostrar.
No Brasil, sabemos que a Rede Globo de TV, têm um poder enorme sobre as pessoas, enquanto os outros canais que muitas vezes levam as informações corretas não tem o mesmo IBOPE que a própria Rede Globo.
As suas novelas com temas abrangentes, chamam uma atenção de forma estratégica, para que o telespectador não mude o canal. Mesmo os outros canais tendo novelas estrangeiras, como o caso do SBT, não atinge os pontos de IBOPE como as novelas “globais”.
O jornalismo da Rede Globo tem presença garantida em eventos e noticias de grande índice, assim bem como os outros canais. Mas os outros canais muitas vezes criam uma ênfase que a Rede Globo não cria, talvez por que não possa.
Outra forma de chamar a atenção do telespectador é o jornalismo sensacionalista, com suas noticias bombásticas, onde a desgraça alheia prende a atenção. Os jornais desse estilo tem um publico diferenciado, que não seguem o padrão dos demais.
Podemos ressaltar que hoje em dia, o poder das redes sociais acaba destruindo qualquer noticia ou até mesmo distorcendo informações. Mostra-se o que quer da forma que atinja ou que elogie um fato.
A rotina das pessoas que busca informações para o público, depende exclusivamente da política e do seu poder sobre os meios de comunicação. Uma pena que o telespectador absorva somente o que interessa não dando importância ao trabalho e a informação necessária.
Padrões são criados e regras são ditadas para a sociedade que se permite, por assim dizer, que a mídia e a política andem de mãos dadas. A educação foi mudada, a cultura ficou distorcida e os valores mudados, por causa da manipulação que os meios de comunicação usam.
Em alguns países, falsas informações tem punição. No Brasil, as regras são diferentes. Aqui o poder manda sempre, permitindo assim que o respeito que os bons profissionais tinham seja perdido ficando calados ou submetendo-se a falsa informação.
Uma noticia pode chegar completa ou apenas o que o publico precisa saber, pois a imagem de divulgação e a informação do fato muitas vezes são não é compreendida, pois a imprensa decide o que deve ou não ser mostrado ou falado.
Existem dois tipos de publico para cada tipo de informação a ser reproduzida. O público massa e o publico nata. Usa-se a linguagem popular e os meios populares para atingir o público massa. A linguagem intelectual para atingir o público nata. E a noticia torna-se uma espécie de “jogo” para cada tipo de alvo.
A sociedade acaba sabendo o que o poder decide e o que for interessante, muitas vezes para o órgão que divulga ou para a política social de uma nação. E por muitos políticos e profissionais do meio de comunicação saberem disso, eles usam de psicologia e estratégias para atingir o publico massa, pois sabem que a maioria dessas pessoas assiste e acredita no que vê e ouve, pelo simples fato de ser dependentes dos meios de comunicação mais popular, que são o rádio e a TV.
Com o avanço da tecnologia a Internet tornou-se um grande parceiro do jornalista, mas não um bom parceiro para quem quer mandar na mídia. Afinal o segmento de interesses entre poder e sociedade tem entrado em conflito com algumas questões.
A propaganda de produtos e serviços, bem como de pessoas famosas ou não famosas, pode acabar tendo um segmento que não está sendo executado através do poder. Esse foi o meio de comunicação, onde a política, de certa forma não exerce nenhum tipo de poder, pois lá é dito e escrito tudo, sem regras e sem leis ainda, para punir o que é publicado.
Pessoas comuns acabam dizendo o que pensam como deveria agir a mídia e a política e acabam tendo seguidores para tentar mudar a forma das pessoas verem o que os jornais e outros meios de comunicação publicam.
A comunicação da Internet tem um valor enorme, pois tem muita gente que está escrevendo o que pensa e tentando mudar os valores de um povo que foi persuadido por meios de comunicação vendidos por interesses socioeconômicos.
O que deve ser fundamental nesse momento é a descentralização dos meios de comunicação, ou seja, é fazer com que as pessoas busquem outras informações além das publicadas, que verifiquem os fatos e que o mais importante, não percam seus valores, por que a mídia criou outro.
Sendo assim, na história entre poder e jornalismo não teremos nem mocinhos e nem vilões, pois o que interessa mesmo é que todos tenham informações adequadas para não distorcer o padrão cultural e social de um País.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

A era digital e o jornal


A era digital chegou cada vez melhorando o desempenho das informações que estão ligadas diretamente com os países do mundo. Em 1956, Isaac Asimov lançava um livro chamado “A ultima questão”, onde falava sobre Multivac, um computador que iria salvar a humanidade.
Por ora, sabemos que a tecnologia da informação tem salvado muitas empresas, mas não estamos tão dependentes desse objeto chamado computador.
Algumas pessoas ainda têm hábitos de querer informações através de mídia escrita e não tecnológica, mesmo existindo todas as publicações virtuais.
A TV, o Rádio, o Jornal, a Revista, o Outdoor, o carro de som, o telefone e outros meios de comunicações originais estão desaparecendo dia após dia por causa da Internet.
Quando foi criada a Internet, tinha o objetivo apenas de captar informações e seus internautas não sabiam como isso tornaria um meio de comunicação e um mundo de negócios tão lucrativos e desenvolvidos.
Os celulares parecem estar na disputa com os computadores, pois cada vez mais ousados e com mais recursos, eles possuem conexão em alta velocidade e todo e qualquer recurso comunicativo.
O jornal por sua vez, que foi criado no intuito de influenciar a população em suas guerras partidárias e também de anunciar empresas, surgiu no século XVII a.C. onde eram escritos em argila com selos cilíndricos, que serviam para anunciar algum pronunciamento de reis ou imperadores da época.
O primeiro jornal de papel surgiu na China em 713 a.C. e em 1440, Guttemberg criou a Imprensa. No Brasil o primeiro jornal surgiu em 1808, na época do Brasil colonial. A imprensa por sua vez sofreu repressão, pois a liberdade de expressão não era permitida em um país livre.
O alcance global se deu no século XX, onde houve uma revolução da tecnologia que levava informações através de outros meios de comunicação.
Nos últimos anos, a aceitação do mercado tecnológico ou mundo virtual como é conhecido, tem acarretado em enormes prejuízos a mídia escrita ou falada.
O jornal que tem o objetivo de levar a informação para o leitor pode ser visualizado on-line, pois a noticia é exibida em tempo real.
Os grupos empresariais sabem que o negócio é lucrativo, que se trabalha em menos horas e muitas vezes não é preciso locomover-se até o seu local de trabalho.
Os jornalistas on-line por sua vez tem uma grande perda na qualidade de escrever, pois precisam desenvolver outro tipo de atividade além da redação, como por exemplo, editar imagens que acompanhem a noticia, sem contar que não se ganha pelo acumulo de atividades virtuais, perdendo assim o foco principal que seria a redação.
A ideia principal seria unir o útil ao agradável, onde os grupos empresariais e os jornalistas on-line pudessem compartilhar do mesmo crescimento econômico e informativo.
Isso ainda não é possível, pois a forma de trabalho virtual faz com que o jornalista on-line tenha uma baixa remuneração, enquanto os ganhos empresariais são altos, os profissionais dessa área passam a ser sedentários, pois não há “motivos” para sair em busca de informações, pois tudo se encontra nos sites e com os recursos tecnológicos, imagem e som podem ser transmitidos de qualquer lugar do mundo em tempo real.
A forma de reorganizar seria uma mudança no método do desempenho do profissional, permitindo apenas o papel devido no cargo para não mudar a rotina.
Os grupos empresariais não visassem apenas os lucros, mas sim quais os fatores que seriam decisivos para a contribuição desse profissional dentro da organização e que ofertasse o devido salário, usando de estratégias que explorasse o conhecimento e a contribuição para o crescimento do grupo como um todo.
Alguns profissionais optam por escreverem em seus próprios sites, por que muitas vezes tem a sua própria liberdade de expressão não alterada.
Dessa forma, os custos na mídia foram reduzidos, pois o que antes era visto como concorrência, hoje é definida como mídia compartilhada. Todo e qualquer  anuncio também pode ser visto em outro veiculo de comunicação.
 As redes sociais mantêm uma publicidade muito maior, muito mais até que as reportagens exibidas em seus respectivos jornais on-line, escrito ou falado.
A importância das redes sociais hoje se dá ao fato de que a informação é mais rápida, pois como foi dito anteriormente, os celulares com internet e acesso facilitado as redes, dispõe de publicações instantâneas em tempo real, passando assim a criar-se o jornalista on-line sem formação acadêmica em Jornalismo.
Outro fato que vale ressaltar é que alguns anos atrás, ninguém acreditava que o avanço da tecnologia iria extinguir profissionais ou remanejar algumas profissões.
Alguns projetos que antes estavam isolados, hoje estão compartilhados devido a oferta do mercado.
Podemos por assim dizer que isso se deu devido às ideias de elevar a produtividade e eliminar alguns gastos desnecessários, abraçando um filão da economia, visando lucros altíssimos e valorizando alguns nomes no mercado tecnológico.
 Podemos citar entre eles o crescimento da rede social Facebook e da ferramenta de pesquisa mais completa do mundo a Google.
Esses grupos uniram-se e buscaram toda a visão empresarial e jornalística, pois os conteúdos nesses sites publicados são respeitados e a procura por fusões de outros grupos empresariais é maior do que em outros sites.
E por fim, o avanço da tecnologia tende tornar-se um grande parceiro do jornalista on-line, afinal pesquisar nos sites tornou-se rotina desse profissional, cujo segmento de interesses entra em conflito com algumas questões, onde só o tempo irá mostrar.